Bombeiros Mirins participam de aula prática sobre agrofloresta

Atividade na Agrofloresta municipal apresentou aos estudantes práticas de produção sustentável e a relação entre agricultura e preservação ambiental

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Participantes do projeto Bombeiro Mirim, integrado ao projeto Saber Integral, da Secretaria Municipal de Educação de São Gonçalo do Rio Abaixo, participaram nesta semana de uma aula prática na Agrofloresta do município. A atividade foi acompanhada pela equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e teve como objetivo ampliar o conhecimento dos estudantes sobre práticas de produção sustentável.

Durante a visita, os pequenos bombeiros conheceram o funcionamento do Sistema Agroflorestal (SAF), modelo que combina o cultivo de alimentos e árvores em uma mesma área, inspirado nos processos naturais dos ecossistemas. A prática contribui para a proteção e recuperação do solo e permite a produção integrada de diferentes espécies.

Na agrofloresta municipal, os principais cultivos são café, palmito-juçara, pupunha e cacau, intercalados com culturas como algodão, abacaxi, mamão, eucalipto, feijão, banana, mandioca, acerola e mexerica.

Os estudantes também aprenderam sobre o uso de adubos naturais, conheceram as plantas cultivadas no espaço e compreenderam como a sequência dos cultivos pode contribuir para a qualidade do solo e dos alimentos.

A atividade foi acompanhada pela servidora da Secretaria de Meio Ambiente Vanessa Emília de Oliveira, que respondeu às perguntas dos alunos e explicou os princípios e etapas do sistema agroflorestal.

Segundo Vanessa, a iniciativa busca estimular uma nova percepção nas crianças sobre a relação entre produção agrícola e natureza. Ela destacou que a agrofloresta demonstra ser possível desenvolver atividades economicamente viáveis sem deixar de lado a preservação ambiental.

Além da formação dos estudantes, a ação também contribui para divulgar os sistemas agroflorestais entre a comunidade e os agricultores, apresentando alternativas que podem ser aplicadas em diferentes escalas.

A atividade reforça o papel da educação ambiental como ferramenta de aprendizagem, aproximando os estudantes de práticas relacionadas à biodiversidade, conservação do solo, produção de alimentos e desenvolvimento rural sustentável.

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