Homem é preso suspeito de abusar sexualmente de adolescente por cerca de quatro anos

Investigação da Polícia Civil aponta que os abusos teriam começado quando a vítima tinha aproximadamente 10 anos e se estendido até julho deste ano

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu preventivamente um homem de 59 anos investigado por abuso sexual contra uma adolescente de 14 anos, em Itabira. A medida foi decretada pela Justiça após representação feita pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), responsável pela condução das investigações.

De acordo com a Polícia Civil, o caso veio à tona durante uma reunião escolar convocada em razão das faltas frequentes da adolescente às aulas. Na ocasião, a jovem revelou que vinha sendo vítima de abusos praticados pelo suspeito.

Conforme apurado, a adolescente vive sob a guarda provisória da tia, que é esposa do investigado. Após a revelação, a vítima foi encaminhada para o procedimento de Escuta Especializada, enquanto a instituição de ensino comunicou imediatamente os fatos às autoridades policiais.

Segundo as investigações, os abusos teriam começado em 2022, quando a vítima tinha cerca de 10 anos, e se prolongado até julho de 2026. A adolescente relatou episódios de violência sexual que incluíam comentários de cunho sexual, toques íntimos, constrangimentos para a produção de vídeos de conteúdo erótico e outras práticas semelhantes.

Após o registro da ocorrência, a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher instaurou inquérito policial e realizou diversas diligências para apurar os fatos. Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do suspeito, pedido que foi acolhido pelo Poder Judiciário.

O homem foi preso e encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos.

A Polícia Civil reforça a importância da denúncia de casos de violência contra crianças e adolescentes e destaca que situações suspeitas podem ser comunicadas aos órgãos de proteção e às forças de segurança para garantir a proteção das vítimas e a responsabilização dos envolvidos.

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